Continuando a Historia do Grande Santo Antonio...

A vida de Santo Antonio de Padova è uma grande liçao de humildade, na minha opiniao a maior riqueza que um homem pode conquistar na vida.
Santo antonio passava seus dias trabalhando pelos outros, para se ter uma idèia de como era sua rotina è suficiente transcrever as palavras de um contemporaneo:"Pregando, ensinando, ouvindo as confissoes, acontecia frequentemente ue chegava ao crepuscolo sem ter feito nenhuma refeiçao, milhares de pessoas acorriam de toda a parte, para ouvir seus sermoes e, naturalmente, todos, a pinha, juntavam-se para se confessarem a ele. O seu cristianismo nao era insipido ou bonacheirao, tendia a austeridade, mas isso nao desencorajava os penitentes, porque um heroi pode tranquilamente incitar a virtude e ser bem recebido por todos. Horas e horas de atendimento sacramental, atè se reduzir a um farrapo pelo cansaço, alimentaçao irregular, pouco repouso, saude precario desde os meses passados em Marrocos, nao temos de nos espantar se, vivendo dessa maneiraa, a irma morte o tenha atingido aos 36 anos de idade.
Paz e Bem era a saudaçao dos primeiros Franciscanos.
Santo Antonio gozava de grande prestigio devido a sua santidade, pelo dom dos milagres que acompanhava sua acçao, pelas dotes e afibilidade de penetraçao e equilibrio que irradiavam de todo o seu relacionamento com as pessoas.
Nunca serà possivel contabilizar a quantos lares ele levou a confiança, a paciencia e a harmonia.
Para nòs que vivemos numa epoca e civilizaçao diferente è dificil de ter uma idèia do que podia ser a esfera de acçao de um popilar missionario da Idade Mèdia. Santo Antonio era um ponto de referencia de tudo. Foi o defensor dos pobres desafiando abertamente os opressores.
Destruido pela fadiga e pela doença da hipocresia (barriga d'agua) Santo antonio sentiu que a hora do adeus estava proxima. Viril como sempre, guardou no seu intimo as dores intensas e o presentimento da morte. Os seus confrades, apesar de o verem doente, nao perceberam a gravidade da situaçao, convencidos de que um longo periodo de dscanso seria suficiente para retemprar as forças.
Quantos mais somos santos, mas temos conciencia das nossas miserias.
Santo Antonio, antes de se apresentar ao senhor, desejava purificar-se, pela oraçao e pela penitencia, das manchas da fragilidade humana.
Conseguiu partir para o eremitèrio de Camposampiero, poucp distante de Padua, lugar que o amigo. conde Tiso, tinha doado aos Franciscanos, nas proximidades do seu castelo. Tiso, velho e decepcionado de uma vida politica muito agitada, tinha-se tranformado num discipulo do santo.
Passeando pelo bosque, Antonio teve uma idèia toda Franciscana: mandar construir là em cima, entre os nodosos ramos, uma especie de pequena cela. Tiso preparou-a com as proprias maos. Santo Antonio passava naquele refugio, suspenso entre o cèeu e terra as suas jornadas de comtemplaçao. A noite voltava para o eremitèrio.
Um dia, à tardinha, o conde dirigiu-se ao quarto do amigo. ao chegar nas proximidades da porta meio aberta, viu sair daquela brecha um intenso esplendor. temendo que fosse um incendio, empurrou delicadamente a porta e ficou imovel diante uma cena prodigiosa: Santo antonio segurava nos seus braços o "Menino Jesus". Quando despertou do extase e viu o conde Tiso comovido, suplicou amavelmente para nao revelar a ninguèm a apariçao celeste. E so depois da morte de Santo antonio o conde deu a conhecer o que tinha visto.
Chegou a esperada e acolhida hora de passar deste mundo para o Pai. Numa sexta-feira. 13 de junho de 1231, ao meio dia.
Santo Antonio desceu de sua cela aninhada sobre a nogueira, logo apòs se ter acomodado para comer, um colapso imobilizou-o. Se os confrades nao o tivessem segurado teria caido no chao. Com voz fraça o infermo pediu que o levassem para Padua: queria morrer no seu conventinho, perto da predileta Igreja de santa Maria. A carroça, doada por um agricultor, iniciou lentamente a viagem.
Acompanhava Santo Antonio o frei Lucas. O dia estava declinando quando chegaram a periferia de Padua. Santo Antonio estava quase sem forças e os frades o convenceram a fazer uma paragem na localidade chamada Arcella, na pequena casa que hospedava os capelaes encarregados do serviço religioso no mosteiro das Clarissas.
Numa modesta cela - ainda conservada religiosamente - Santo Antonio encontrou-se com o senhor. Acabado, mas lucido, quis receber o sacramento da reconciliaçao, a Santa Eucaristia e o oleo dos enfermos. Depois, com o ultimo de de voz, entoou o hino à Virgem: "O gloriosa Rainha, exaltada sobre as estrelas.
Com os olhos luminosos Santo antonio olhava fixamente. "O que è que voce ve?" - perguntou o frei Lucas.
< "Vejo meu Senhor"> - murmurou.
A agonia foi brevissima, a passagem ligeira e serena. assim com 36 anos, Santo Antonio deixou este mundo. Um dos maiores apòstolos de Cristo e do Evangelho.
22/12/2005 - por Sonia "Mariana Brasil".

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